Notíciaother
Família fundadora amplia participação na Allied após aquisição de ações
A aquisição de 11,11 milhões de ações da Allied pela família fundadora Radomysler reforça o vínculo dos sócios históricos com a empresa e transforma a estrutura acionária, criando um capital disperso sem controlador definido. Os fundos Brasil Investimentos permanecem entre os principais acionistas, mas sem maioria perm
Por Isa García · 16 de ago. de 2026, 05:07
:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/Z/B/WB9ExjRUK3BEVJ9DCogw/allied-empresa-de-vendas-de-eletronicos-de-consumo-rep.png)
## Aquisição reforça vínculo dos fundadores com a Allied
A **Allied Tecnologia** anunciou na última sexta-feira (14) que a família Radomysler, fundadora da empresa, concretizou um acordo para ampliar sua participação acionária por meio da compra de 11,11 milhões de ações. O movimento foi realizado pelos acionistas Ricardo, Marcelo, Renato e Vivian Radomysler, que adquiriram os papéis dos fundos **Brasil Investimentos 2015 I** e **Brasil Investimentos 2015 II**.
Segundo comunicado oficial, essa quantidade de ações equivale a 11,58% do capital social da companhia. A operação deverá ser concluída nas próximas semanas, com a transferência efetiva dos papéis, quando será realizado o fechamento da transação.
## Distribuição acionária após a operação
Com a conclusão da aquisição, os membros da família Radomysler passam a deter posições mais expressivas dentro da Allied:
- Ricardo Radomysler: 16,20% do capital da empresa
- Marcelo Radomysler: 7,34%
- Renato Radomysler: 5,70%
- Vivian Radomysler: 3,34%
Apesar da venda, os fundos vendedores Brasil Investimentos 2015 I e II permanecerão como maiores acionistas individuais relevantes, somando uma participação conjunta de 29,01%. No entanto, não haverá mais um grupo ou acionista que detenha, de maneira permanente, o controle majoritário da companhia.
## Estrutura de capital disperso e implicações para a Allied
O novo arranjo societário fará a Allied operar sob uma estrutura de capital disperso, ou seja, sem um acionista controlador formal identificado. De acordo com a Lei das S.A., tal estrutura implica que as principais decisões da companhia, incluindo a eleição da maioria dos administradores, não estarão sob domínio de um único grupo ou pessoa de forma permanente.
Esta mudança, considerada estratégica, pode trazer mais flexibilidade na administração e no posicionamento no mercado, além de potencializar oportunidades de investimentos e parcerias.
## Próximos passos para a companhia
O fechamento definitivo da transação e a transferência das ações devem ocorrer ainda no mês de junho. Espera-se que a nova configuração da base acionária garanta maior estabilidade e possibilidade de crescimento para a Allied, que segue como um dos principais nomes em vendas de eletrônicos e soluções tecnológicas no Brasil.
Fique por dentro das principais movimentações empresariais e notícias de mercado brasileiro em braziltechhub.com


